Especial 25 Anos

Aniversários são muito divertidos. Não apenas pela festa e comemoração em si, mas pelos pequenos fatos que preenchem o nosso dia.
Fui almoçar com minha família num conhecido fast-food. Após fazer o pedido, na minha tradicional cara-de-pau, pedi:
- Viu, e o aniversariante do dia? Não ganha nada? Um brinquedo, uma batata grande…
Eis que a atendente, como quem ouve isso todo dia, responde calmamente:
- Não… Mas todas nós podemos cantar parabéns pra você, o que acha?
Eu, com uma calma maior ainda:
- Hmm, tá ótimo! Podem cantar!
A expressão de incredulidade da mulher foi impagável. Não sabia se ela queria chorar ou se enfiar de baixo do balcão. Após um breve silêncio, falou:
- Nossa… Todo mundo que a gente fala isso fica com vergonha… Ninguém nunca pediu pra gente cantar de verdade!
- Ah, e pelo visto quem ficou com vergonha foi você, né! Hahaha!
Então, depois das companheiras de trabalho incentivarem o parabéns, e sentindo-se acuada, ela por fim disse:
- Tá bom, tá bom! Espera aí, que vou te dar algo.
E voltou com dois cupons para café-da-manhã grátis, no local.
Não tem essa de quem faz aniversário sou eu e quem ganha o presente é você. Me dê slogans e eu te dou vergonha.

25anos

Aniversários são muito divertidos. Não apenas pela festa e comemoração em si, mas pelos pequenos fatos que preenchem o nosso dia.

Fui almoçar com minha família num conhecido fast-food. Após fazer o pedido, na minha tradicional cara-de-pau, pedi:

- Viu, e o aniversariante do dia? Não ganha nada? Um brinquedo, uma batata grande… Leia o resto »

Don Carleone (parte 02)

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Chegando lá, uma boa notícia. Já estava no número 34. Era só eu andar mais alguns metros que chegaria na loja. Andei um pouco… Próximo número: 54. Não era possível. Não havia NENHUM número 44, nem uma loja chamada Espaço 44. Era o 34, parede, 54.

Por um momento pensei que fosse pra eu ficar entre os dois e esperar pela Poliana. E Espaço 44 poderia ser apenas uma senha, referindo-se ao lugar que estávamos, o espaço entre o 34 e o 54. Que só nós dois soubéssemos. Eu falaria, ela me daria a placa, eu o dinheiro e os dois iriam embora, sem olhar um para a cara do outro. Mas resolvi perguntar do tal número perdido, falando todas as informações do lugar que tinham me passado. Apontaram pro outro lado da rua. Lá realmente tinha um shopping, escondido, como se fosse num subsolo. Ainda assim não fazia sentido o número par do outro lado da rua, mas enfim.

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Don Carleone (parte 01)

Comprar um computador também pode ser uma aventura. Assim que comprei o meu, já percebi que também teria que comprar uma placa de vídeo, para jogos e trabalho.
Pesquisei horrores, e finalmente achei uma boa com um preço acessível num site de leilão online. Como vi que havia um telefone e eu poderia retirar a mercadoria na loja, resolvi ligar pro lugar. Vou trocar o nome dos lugares por motivos que vocês entenderão ao longo do texto. Atendem.
- Alô?
- Boa tarde, é da Infomania?
- Sim. Quem fala?
- Eu estou ligando pois gostaria de comprar a placa de vídeo ATI 4850, e queria saber se vocês tem à pronta entrega.
- Tá pra chegar amanhã.
- Ah, legal, e eu posso retirar na loja?
- Pode, pode sim.
- Qual o endereço?
- Então, amanhã eu ligo pro senhor, e passo.
Já achei estranho.
- Mas você não pode passar já? Assim eu programo meu caminho.
- É que, sabe… A gente ainda não tem loja física. Então precisa marcar um lugar.
- Hum…Então ta, amanhã nos falamos.
E assim foi, me ligaram novamente no dia seguinte.
- Posso ir pegar então?
- Pode sim.
- Onde fica o lugar?
- Olha, tem dois endereços.
- Dois?!?
- Sim, o senhor pode escolher. Um fica na Lapa e o outro no Brás.
- Qual é o mais perto de Alphaville?
- O da Lapa.
- Então o senhor vai pra Rua Pegão, número 44.
- Rua PEGÃO???
- Isso. No Shopping da Lapa. O senhor vai na Loja Espaço 44 e procura pela Poliana.
Nesse momento eu já estava me sentindo um gangster, um contrabandista: “Vá pra tal lugar, tal hora, procure pelo fulano, leve o dinheiro e não chame a polícia”. Mas resolvi entrar no jogo, estava achando tudo engraçado até o momento. Assim, marcamos um horário e desligamos. Nem quis anotar os dados do lugar, porque era tudo muito simples de lembrar, nomes e números.
No dia seguinte, tomei meu rumo pra Lapa. Saquei o dinheiro no valor exato da placa e fui. Chegando na Lapa, perguntei a direção pro Shopping (afinal, só deveria ter um). Quando me deparo com o lugar… Uma biboca sem tamanho. Antes eu estivesse na 25 de Março. O Shopping da Lapa era um MERCADÃO?
Todas as pessoas do lugar andavam aglomeradas nas calçadas e nas ruas, tornando impossível um tráfego normal de carros. Fora que 90% tinham uma cara de “não-encara-que-eu-te-assalto”, o que complicou muito mais a minha vida: estava um calor infernal, e como eu estava sem combustível (e não havia um posto nas redondezas), não podia nem ligar o ar-condicionado nem abrir os vidros com medo de ser assaltado.
Perguntei mais algumas vezes pela Rua Pegão, mas pelo que falavam, era uma rua de difícil acesso. A última pessoa que pedi informação me disse:
- Olha, você ta bem perto. Só que não é mão, compensa parar o carro e ir a pé.
Resolvi seguir o conselho e parei o carro no primeiro estacionamento decente do lugar. Coloquei o dinheiro todo na meia e rumei para a Rua Pegão.
Continua na Parte 2

epo01

Comprar um computador também pode ser uma aventura.

Assim que comprei o meu, percebi que também teria que comprar uma placa de vídeo, para jogos e trabalho.

Pesquisei horrores, e finalmente achei uma boa com um preço acessível num site de leilão online. Como vi que havia um telefone e eu poderia retirar a mercadoria na loja, resolvi ligar pro lugar. Vou trocar o nome dos lugares por motivos que vocês entenderão ao longo do texto. Atendem.

- Alô?

- Boa tarde, é da Infomania?

- Sim. Quem fala?

- Eu estou ligando pois gostaria de comprar a placa de vídeo ATI 4850, e queria saber se vocês tem à pronta entrega.

- Tá pra chegar amanhã.

- Ah, legal, e eu posso retirar na loja?

- Pode, pode sim.

- Qual o endereço? Leia o resto »

A Maçã do Pecado

eva

Quem nunca passou por uma tentação? Daquelas bem fortes mesmo? Acho que todo mundo conhece a história de Adão e Eva, principalmente e aquela parte onde Eva come o fruto proibido, a maçã (não poderia ser outro fruto), e ainda dá um pedaço pro Adão. Deus fica putasso com eles, pois era a ÚNICA coisa que ele tinha pedido pra não fazerem. Paciência, chuta os dois de lá e pronto.

Milhares de anos depois, um rapaz chamado Steve (queria o Jobs dele), cria uma marca. Aliás, uma não, A MARCA. Apple.

Yuri caiu na tentação de adquirir alguns dos ítens da tal Maçã do Steve. Mas ele ganhou seu passaporte de volta ao paraíso. Leia o resto »

Simples Assim

simples
Outro diálogo real pelo MSN:

- Tenho fome.
- Coma.
- Tenho sede.
- Beba.
- Dinheiro eu não tenho.
- Se prostitua.
- Boa.

E desconectou logo em seguida.